Google Goggles que chegou para revolucionar as pesquisas com dispositivos moveis. É muito simples de usar e parece mais coisa de filme. Basta você tirar a foto e depois clicar no botão de pesquisa. O engine de busca vai se virar pra entender a imagem e trazer os resultados relativos. Se funcionar como promete, deve ser realmente impressionante.
Pena que até o momento essa funcionalidade só pode ser utilizada em celulares Android. Fora esse novo serviço, a empresa apresentou sua nova maneira de pensar em buscas. Acreditem, muita coisa vai mudar, e a primeira delas é a busca através da localização. Você poderá pesquisar as coisas que estão acontecendo ou aconteceram perto do lugar onde você está. Fora isso, mostrou alguns resultados concretos para buscas em tempo real, que já vem sendo anunciado a algum tempo. Mas a busca baseada em localização e em tempo real, são historias pra outro post. Por enquanto vou pensando onde nós vamos parar, em um mundo totalmente integrado e conectado. As possibilidades são impressionantes. fonte
O português Alexandre Farto (aka Vhils) vê na ruína a matéria-prima para sua arte. No projeto “Scratching the Surface”, Farto utiliza-se de britadeira, martelo e formão para desenhar suas figuras no reboco das paredes, contribuindo para a revitalização de espaços abandonados.
Assista abaixo um belo vídeo sobre o seu trabalho:
A operação do Google no Brasil pretende aumentar em até 20% sua obra de mão de engenheiros no próximo ano, em desdobramento direto do fim da instabilidade financeira enfrentada pelo setor de tecnologia do País.
A afirmação é do diretor de engenharia do Google na América Latina, Berthier Ribeiro-Neto, responsável por comandar cerca de 50 engenheiros em Belo Horizonte que participam de projetos globais e adaptam serviços regionais do buscador.
Segundo Ribeiro, o Google vê sinais de recuperação suficientes para voltar a apostar nas contratações como forma de expandir suas operações, inclusive no Brasil. O engenheiro, porém, faz a ressalva: “é uma expansão com cuidado”, dando “um passo de cada vez”.Nesta entrevista exclusiva ao IDG Now!, o chefe de engenharia na América Latina explica as responsabilidade do centro mineiro de desenvolvimento frente aos outros do Google espalhados pelo mundo e detalha o perfil de engenheiro que o buscador procura.
Segundo Ribeiro, as vagas abertas pelo Google no Brasil poderão ser consultadas no site de empregos que o buscador mantém em português, separadas por especialidade ou localização geográfica.Quais são as responsabilidades do centro de desenvolvimento no Brasil na estrutura global de engenharia do Google? Os projetos do Google são globais. Não faz muito sentido falar em projetos locais. Eles são pensados em escala global e o modelo de negócios só se sustenta se você pensar em escala global. Caso contrário, ele não se sustenta por ficar muito complexo.
O papel da engenharia no Brasil é fundamentalmente dois: participar de projetos globais e dar suporte global ao negócio, além de ser responsável pelo Orkut no mundo. O melhor exemplo que posso dar deste suporte é o Mapas, que está lançado no Brasil, na Argentina, no Chile e no México. Não que a tecnologia seja local: é que a base de dados é local. O provedor de dados no Brasil é um, na Argentina é outro e no México é outro. Existe um trabalho de integração destes dados locais obtidos de diferentes provedores na plataforma tecnológica.Durante o Congresso Brasileiro de Qualidade e Produtividade (CBQP), você disse que o Google no Brasil estava acelerando sua expansão. Em termos de operação e engenheiros, o que isto quer dizer? Estamos contratando mais gente. Quando passamos pela crise financeira de 2008, o Google entrou no que o Eric (Schmidt, principal executivo da empresa) chamou de “aterrissagem suave da aeronave”.
Sabíamos que não poderíamos continuar a nos expandir da forma como estávamos nos expandindo. Estávamos acostumados a crescer o número de funcionários da empresa em 20%, 25% todo ano. Em 2009, isto foi muito contido. A partir do segundo semestre, a gente considerou que a recessão estava ficando para trás. Existem sinais claros que existe maior atividade no setor de anúncios na internet e estamos retomando o crescimento.
Existem vagas abertas em engenharia, em produtos e inúmeras posições em São Paulo, nos escritórios do Google na América Latina e pelo mundo afora. Trata-se de uma expansão consciente. Sabemos que precisamos crescer para expandir o negócio, mas é uma expansão com cuidado. Vamos dar um passo de cada vez. É preciso ver o que vai se delinear em 2010, mas claramente a perspectiva é otimista e estamos em expansão. Quantos engenheiros o centro de Belo Horizonte tem hoje? E qual a meta que vocês querem atingir com estas contratações? Temos cerca de 50 engenheiros. A meta é crescer entre 15% e 20% em 2010. Mas o Google tem a filosofia de, se acharmos gente extremamente qualificada que nos interessa, vamos contratar, ainda que esteja fora da meta. Nesta expansão nacional, existe alguma área de engenharia que o Google está se focando? O Google tenta contratar o que chamamos de “engenheiro generalista”. Trata-se de alguém que tem formação acadêmica sólida – não é necessário, mas preferimos gente com mestre e/ou doutorado em ciência da computação – e que tenha paixão por engenharia. O que é ter paixão por engenharia? É ter mais que formação teórica e gostar de construir coisas, gostar de escrever códigos. Ao longo do tempo, este engenheiro transita em diferentes projetos. A carreira no Google não é centrada em projetos. Temos muito interesse no engenheiro mais generalista.
Nota do autor: Quem quer trabalhar na google? Eu não vejo graça (mentira, é inveja tá). Infelizmente não é um trabalho para todos, mas quem tiver o currículo afiado pode ao menos tentar. Segue um vídeo de como é difícil o trabalho por lá.
Quem quizer começar a treinar a carreira no Google, pode iniciar por este livro, que mostra como dominar as ferramentas do Google, e não fazer feio na entrevista. *Notícia retirada do siteiF5 Quem escreve - Alexandre Gnutzmann
Que tal colocar seu rosto em um dos vídeos mais populares da internet? A felicidade de uma criança ao ganhar seu videogame favorito é maravilhosa! LINK fonte
Fantástico o novo comercial da Coca Cola criado pela Ogilvy de Sydney para comemorar o verão na Austrália. O filme intitulado “Bottle Opener” mostra como essa estação tem o poder de promover a amizade juntamente com a diversão:
Pretendem recepcionar os Líderes de Estados no COP15 – 15ª Conferência Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que ocorrera este mês na Dinamarca. Os cartazes mostram alguns líderes arrependidos 10 anos depois, se desculpando por não terem tomado medidas efetivas para a preservação do meio-ambiente quando ainda havia tempo. O texto diz “Desculpe, nós poderíamos ter impedido mudanças climáticas catastróficas… mas não impedimos”.
A intenção é mostrar o descontentamento com a falta de empenho das grandes nações em preservar o que ainda resta do Planeta. Lula é um dos homenageados.
Se você ainda não viu o fantástico curta uruguaio “Ataque de Pánico!”, não perca a oportunidade agora. Esse curta já rola há algumas semanas na net e finalmente chamou a atenção de um tubarão de Hollywood. Ninguém menos que Sam Raimi, bastante prestigiado entre os gregos, pela rentável franquia blockbuster “Spiderman”, e troianos, graças a série de filmes B “A morte do Demônio”.
O pequeno filme mostra uma invasão alienígena, com robôs gigantes e espaçonaves indo em direção a Montevidéu, capital do Uruguai, para destruir e exterminar os uruguaios… Quem? Os uruguaios, oras! Ta achando que só os americanos são alvos dos aliens neste mundo?
O curta é realmente bacana, o que levou Saim Raimi a convidar Fede Alvarez para dirigir um projeto mais ambicioso em Hollywood. Este será o primeiro longa-metragem de Fede Alvarez, um especialista em efeitos especiais e diretor de comerciais para TV.
Bem legal a iniciativa e alto astral dos funcionários do hospital St. Vincent Medical Center, em Portland, nos Estados Unidos, que dançaram e se divertiram ao som de “Down“, do rapper Jay Sean, usando luvas cirúrgicas cor de rosa, numa celebração à luta contra o câncer de mama.
O projeto intitulado “O Rolo” combinou reciclagem com customização. A MCD cedeu sobras de tecido de coleções passadas para artistas pintarem em cima. Com a “obra” pronta, o material foi usado na construção de peças totalmente exclusivas e cada uma delas trará uma estampa única.
O resultado final de toda essa salada criativa você confere agora. Clique aqui e conheça as estampas e formatos que sairam da cabeça dos artistas.